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Monólogos de Danúbia

setembro 20, 2010

“Oi, gente. Meu nome é Danúbia, e eu preciso confessar uma coisa pra vocês. De vez em quando, tipo fim de semana, sei lá… eu curto levar uns tapas na cara, sabe? Mulher que é mulher gosta de apanhar na cama. Se o cara for daquele tipo alto e tatuado então, pode me encher de porrada que eu adoro. Eu gozo feito uma zebra estrábica, chego a ficar até meio retardada e com as pernas bambas. Sério, gente. Não gente precisa ficar com essa cara de mula no cio. Vocês deveriam experimentar, qualquer dia. É até bom pros casais, porque estimula a criatividade! Mas enfim, esse foi o meu recado. Espero que tenham gostado”

Danúbia desce do altar e é retirada da igreja pelos párocos. Era domingo, dia de batismo, e ela bem que avisou não estar à vontade com toda aquela coisa de ser a madrinha da pequena Clarisse.

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2 Comentários leave one →
  1. setembro 23, 2010 12:41 pm

    oi, Rafa. aposentei o Nao me Mandem… fiz um outro, espero vc lá. até escrevi uma crônica carioca, mas zona sul, ahahaha… abraço!

  2. setembro 23, 2010 8:10 pm

    Hehehehe… ai, Rafael, como sempre, você conseguindo me fazer rir mesmo nos momentos mais bizarros. Obrigado pelos comentários engraçadinhos lá no blog tb, só vc mesmo.

    E a Danúbia já entrou na lista das suas personagens que eu mais adoro(nunca esqueci aquela da lagosta, a da planta assassina e aquela sósia da Marisa Monte, rs).

    Abração, meu amigo!

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