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Empreendedorismo criativo

agosto 2, 2007

“Eu tavo sem dinhêro e num tinho comarranjá mais. Já tavo começâno a passa fômea, sinti as custela aparecêno… Tava foda pra dá dicumê pra crionça, né? Fui pido prus outro um cadinho duquicumê. Minha vizinha, Marilêndea, tavo com o galinheiro cheinho. Num pensei mais de três veiz, pulei lá e peguei umas cinco galinha. Quando eu tavo colocando elas pra cuzinhá, vivinha da silva, piscou uma lampadinha daquelas de idéia encima da minha cabeça. Perguntei pra Manel se ele tinha tinta preta e o maldito me chamo de maluca. Apelei pra creatchividade, né? Pintei as galinha toda, dexei elas pretinha e fui na casa de macumba vende quenem que fosse galinha preta de macumba. Foi um sucesso só, minina. Hoje eu tenho um galinhêro meu, com as minha galinha que eu depois pinto de preto. As criança tudo agora tem uquicumê. Gabriel tá crecêno bunito de se vê e a cabeçona dele nem parece que é mais grande que das outra. Suelle já ta até de peitinho, aquela vadia. Num demora muito ela me aparece dibarriga e eu metolheaporrada. As gêmia tão bem, tãmem. Mas oquieu me mijo toda é de pensá nas macumba que tão tudo dano errada… Galinha branca pintada de preta num presta, né?”

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