Skip to content

Uma Dama não comenta

fevereiro 4, 2009

Quando percebeu que as bandejas com carreirinhas de cocaína começaram a correr pelo salão, Reginaldo trincou os dentes. Estava numa fissura tão grande que começou a suar que nem mulher cabaço em véspera do casamento. Esse era um dos aperitivos mais disputados nos churrascos oferecidos por Djair, dono de todos os pontos de jogo do bicho daquela região. Waldiney, capataz do sítio, era quem tomava conta do pó enquanto o povo enlouquecia.

Rosalba, uma ruiva pra lá de esquisita, nutria um amor platônico por Reginaldo há alguns anos, e o fitava discretamente, lá de longe. Ela, que não era dada a usar drogas, fez vista grossa quando o viu avançando em direção ao pó. Seu amor era incondicional, e ela até o deixaria cheirar, de vez em quando, se um dia viessem a ficar juntos. Deu um gole em sua caipirinha e sorriu para Dona Fátima, esposa fiel e sincera de seu amado.

Quando o pagode começou a tocar e o anfitrião se distraiu, Waldiney chamou Reginaldo e Adevilson para dividir uma bandeja de pó no quintal dos fundos. Todos já estavam loucos demais, e o sol nem havia baixado. Rosalba seguiu o trio, disfarçando falar ao telefone. Sem Dona Fátima por perto, ela sentiu que poderia tirar uma casquinha daquele homem, com quem sonhara noites a fio.

Eles já estavam acabando com a primeira rodada quando a ruiva se aproximou, matreira que só. Reginaldo a avistou e, então, chamou para chegar mais perto. Fazendo-se de boba, ela fingia não saber do que se tratava. Mas ele insistiu e Rosalba correu a seu encontro. Ofereceram uma carreirinha, mas ela hesitou. Nunca tinha cheirado antes, e estava com cagaço de fazer alguma merda. Reginaldo insistiu mais uma vez e ela caiu de nariz na bandeja. Ela riu que nem criança quando eles tiravam as camisetas ensopadas de suor.

Depois de três rodadas, Rosalba já estava seminua, sendo agarrada por Waldiney e Reginaldo, enquanto Adevilson lambia o resto da poeira branca que ficara no saco plástico. Colocadíssima, ela pedia para que a chamassem de Dama, e que a deflorassem entre as bananeiras. Com olhos de pantera no cio, fez um strip-tease com o que lhe restava de roupas e perguntou o que eles estavam esperando.

Os cavalheiros atenderam prontamente seu pedido, e curraram-na inúmeras vezes, em diversas posições. Adevilson, com medo de ser flagrado pela mulher, acabou caindo fora da suruba, no miudinho. Completamente histérica, a Dama pediu para beber água de coco, para ficar mais saborosa. Reginaldo atendeu-a, prontamente, e então esbofeteou seu rosto. Ela ria, descontrolada. Depois, já cansados de tanta loucura, colocaram-na para fora da festa, pelo portão que dava para a rua do brejo.

Rosalba foi encontrada pela polícia perambulando pela pracinha, usando somente soutien e sandálias, completamente desorientada. Seus olhos pareciam não encontrar o horizonte, tampouco suas pernas seguima uma linha reta. Quando indagada sobre o que acontecera, ela só conseguia pedir por mais água de coco, pois estava se sentindo um pouco tonta. Na delegacia, ela só pedia para ser currada pelos seus novos cavalheiros, mas oficiais não eram chegados em barebacking, nem dupla penetração anal. Mas depois do expediente, quem sabe, uma chupetinha?

Texto livremente inspirado pelo video que você assiste aqui!!!

Anúncios
No comments yet

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: